SINOPSE
Uma interação poética e prosaica se desenrola entre a Flora e a Fauna do Pantanal, revelando a fragilidade de ambos os mundos. A Flora, em perigo de extinção, expressa suas preocupações em forma de prosa, enquanto a Fauna, também ameaçada, responde com versos que ecoam seu clamor.
Essa troca literária se transforma em um apelo urgente pela preservação da natureza e da ecologia da região sul-mato-grossense, destacando a interdependência entre as espécies e a necessidade de proteção ambiental.