SINOPSE
Na década de 1960, uma psiquiatra revolucionou a forma de encarar a morte e o processo de morrer, promovendo seminários onde pacientes compartilhavam suas experiências com profissionais de saúde. Essa abordagem inovadora não apenas transformou a tanatologia, mas também enfatizou a importância do acolhimento e do bem-estar dos enfermos, em vez de focar apenas na extensão da vida.
Com relatos de pacientes que se tornaram professores, a narrativa convida os leitores a confrontar o tabu da morte. A obra explora a relevância desses ensinamentos no Brasil, promovendo empatia e compaixão no cuidado aos que enfrentam a dor.
