SINOPSE
Na transição entre modernidade e pós-modernidade, o cinema se estabelece como um espaço de intersecção entre arte e estética, refletindo as complexidades da Indústria Cultural contemporânea. A influência de críticos como Truffaut e Godard destaca a paixão pelo cinema em um contexto tecnológico, onde a subjetividade se torna central na experiência estética.
Com um olhar crítico sobre o neoliberalismo, a coletânea propõe uma interpretação das dinâmicas estéticas que permeiam a arte audiovisual. Questões de corrupção, polarização e banalização são exploradas, desafiando as narrativas tradicionais e promovendo uma reflexão sobre ética e estética no cinema contemporâneo.