SINOPSE
Ideias e técnicas que buscam “melhorar” a humanidade por meio da seleção de indivíduos considerados “melhores” foram amplamente discutidas no início do século XX. Esse conceito, conhecido como eugenia, gerou debates acalorados entre intelectuais da época.
Uma crítica contundente a essas noções surge em um trabalho que desafia a burocratização excessiva da vida cotidiana. A reflexão proposta convida os leitores a reconsiderar os valores que fundamentam a sociedade e a importância da individualidade em meio a ideais coletivistas.