SINOPSE
Reflexões sobre psicopatia permeiam a narrativa, que remonta a ocorrências desde o século V a.C. A trama instiga o leitor a se autoavaliar e a compreender o conceito de psicopatia, apresentando personagens que simbolizam a busca pela perfeição. Essa busca, muitas vezes, revela-se uma armadilha.
Através de uma abordagem romanceada, a obra provoca questionamentos sobre a natureza humana, sugerindo que a idealização do “ser humano perfeito” pode levar a desilusões. A desconfiança em relação a essa perfeição é essencial, pois não existem registros de santos vivos.
