SINOPSE
Uma análise profunda da analítica existencial heideggeriana revela a possibilidade de uma leitura ética que se fundamenta na finitude humana. A obra explora como o horizonte teórico de “Ser e tempo” (1927) oferece uma nova perspectiva sobre a ética, propondo uma ética de ser-no-mundo que desafia concepções tradicionais.
Ao desvendar esses conceitos, o texto convida o leitor a refletir sobre a relação entre a existência e a ética, promovendo um diálogo entre filosofia e a experiência humana. Uma jornada instigante para aqueles que buscam compreender a essência do ser.
