SINOPSE
No final do século XVIII e início do XIX, um grupo de pensadores desafiou a dominação do Iluminismo e do classicismo. Entre eles, destacam-se os irmãos Schlegel, Novalis e Hölderlin, que vislumbraram novas possibilidades para a modernidade que emergia. Os românticos defendiam que a arte poderia iluminar questões filosóficas fundamentais, estabelecendo uma conexão inédita entre essas duas áreas do conhecimento.
Com uma abordagem clara e envolvente, a narrativa explora essa relação íntima, destacando a relevância dos primeiros românticos alemães na evolução do pensamento ocidental. A obra oferece uma visão enriquecedora sobre a estética e o romantismo, revelando suas influências duradouras.