SINOPSE
Recursos terapêuticos de neuromodulação não invasiva, como a estimulação elétrica e magnética, estão revolucionando a reabilitação de crianças e adolescentes. Avanços científicos têm proporcionado um referencial teórico robusto, destacando a segurança e eficácia dessas técnicas em diversas condições de saúde durante esses períodos críticos de desenvolvimento. A neuroplasticidade, mais pronunciada na infância e adolescência, permite impactos significativos na modulação de sintomas motores, cognitivos e comportamentais.
Um planejamento cuidadoso é essencial, envolvendo a escolha das áreas a serem estimuladas e as técnicas adequadas para cada disfunção. Diante da escassez de literatura em português sobre o tema, a proposta é oferecer uma compreensão aprofundada do potencial clínico dessas abordagens, promovendo uma aplicação ética e informada das técnicas de estimulação no sistema nervoso central.