SINOPSE
Versos que ecoam a multiplicidade de vozes humanas revelam a jornada de personagens que vão do menino em busca do circo ao mendigo na esquina. Poemas iluminados por lampiões e sinos dobrando despertam reflexões sobre a vida e a espera, entrelaçando referências que vão de Nietzsche a Belchior, passando por expressões de Guimarães Rosa e a musicalidade de Villa-Lobos.
Essa poesia, repleta de paradoxos, captura a beleza e a crueza da realidade contemporânea, evocando a tensão entre fé e incredulidade. A arte se torna um espelho da vida, onde diálogos com diferentes saberes nos instigam a refletir sobre a existência e a essência do fazer poético.