SINOPSE
A cineasta Leni Riefenstahl, uma das personalidades mais impactantes do cinema do século XX, foi julgada como “simpatizante” nos Tribunais de Desnazificação após a Segunda Guerra Mundial. Ao longo de sua vida, negou qualquer conotação política em suas obras, defendendo-se como uma artista que valorizava o “belo, forte e saudável”.
Este trabalho investiga a verdade oposta, explorando o caráter político e nazista de suas produções. A análise busca identificar as representações eugenistas e compreender a estética do genocídio, revelando como essa estética ainda se perpetua no mundo contemporâneo.