SINOPSE
A relação do Estado brasileiro com a maconha é examinada através de uma análise crítica das verdades científicas, morais e jurídicas que envolvem sua regulamentação. O foco recai sobre a reinserção da maconha na legalidade, inicialmente para fins medicinais, e a crítica à aplicação da Lei de Drogas, que perpetua desigualdades sociais e racismo estrutural.
Propõe-se uma reflexão sobre políticas públicas que priorizem a proteção dos direitos à vida, saúde e dignidade, além de reafirmar a liberdade individual. A reparação histórica das comunidades afetadas pela “Guerra às Drogas” é apresentada como uma alternativa civilizatória essencial.