SINOPSE
Uma jornada reflexiva entrelaça experiências de um pesquisador, docente e psicólogo, que atua em atividades de prevenção ao suicídio. O texto explora a crescente visibilidade do tema no Brasil, especialmente após eventos que impactaram a sociedade, e analisa como a interrupção da vida foi compreendida ao longo dos séculos. Através de uma abordagem crítica, são problematizadas as práticas de prevenção, questionando saberes que naturalizam esse tipo de morte.
A proposta é repensar as práticas de prevenção, visando uma sociedade mais inclusiva e que valorize a vida. Ao transitar por diferentes estações, o autor provoca uma reflexão sobre modos de existência que limitam a potência da vida, deixando rastros de sofrimento. A construção de espaços que promovam a vida é um esforço coletivo.