SINOPSE
Uma análise profunda e provocativa do processo de adoção no Brasil revela como o racismo estrutural se manifesta de forma sutil, influenciando as escolhas de famílias e a vida de milhares de crianças. A pesquisa expõe barreiras invisíveis que afetam as relações de crianças negras em lares adotivos, questionando o mito da democracia racial e estimulando a reflexão sobre os mecanismos do racismo que persistem na sociedade e no judiciário.
Esse estudo é um convite urgente para repensar a adoção, a família e o afeto, desafiando a lógica que privilegia a adoção de bebês brancos. Evidencia o despreparo de pretendentes que não compreendem os impactos do racismo no cotidiano de seus filhos, tornando-se uma leitura essencial para entender a complexidade do racismo no Brasil.