SINOPSE
O temor da extrema direita em relação à Comissão Nacional da Verdade revela as tensões que permeiam a democracia brasileira. Desde sua criação em 2012, a CNV buscou investigar as violações de direitos humanos da ditadura militar, mas o que se seguiu foi um ciclo de degradação institucional, marcado por um golpe parlamentar e a politização do Judiciário.
Momentos como a eleição de um defensor da ditadura evidenciam a persistência de práticas autoritárias na sociedade. Artigos de intelectuais e militantes analisam como essa herança ainda influencia as instituições e a vida cotidiana no Brasil contemporâneo.
