SINOPSE
Uma análise profunda revela como as desigualdades sociais se formaram e se perpetuam no Brasil. A obra explora os mecanismos culturais e históricos que sustentam as elites, mostrando como elas dominam a sociedade e ampliam seus ganhos. O conceito de “elitismo histórico-cultural” é apresentado como uma força que organiza arranjos sociais, criando uma gramática da desigualdade e uma hierarquia moral que afeta o funcionamento sociopolítico e econômico.
As expressões contemporâneas desse elitismo, como racismo e machismo, solidificam a dominação cultural e perpetuam a exclusão de minorias. A reflexão sobre como essas construções ideológicas se disseminam e a busca por soluções para desmantelar estruturas de poder são essenciais para a superação da desigualdade social no país.