SINOPSE
A colaboração entre forças externas e grupos de oposição na Costa do Marfim gerou profundas consequências políticas, levantando questões sobre a verdadeira intenção por trás da remoção de um líder controverso. A transição de poder não apenas refletiu uma luta interna, mas também expôs as dinâmicas de controle que persistem nas relações entre ex-colônias e suas metrópoles.
O cenário revela um padrão de manutenção de regimes que favorecem interesses externos, enquanto a população local enfrenta a manipulação de processos eleitorais. Essa análise provoca reflexões sobre a soberania e a autonomia política na África contemporânea.
