SINOPSE
Uma investigação profunda revela a complexa relação entre o sujeito e seu corpo, especialmente no contexto da psicose. A ausência de uma norma fálica, resultante do mecanismo da foraclusão, torna desafiadora a construção de uma identidade corporal.
O estudo propõe que as práticas corporais observadas na psicose representam tentativas do sujeito de inscrever e estabilizar sua própria corporeidade, refletindo um esforço contínuo em busca de uma identidade que se mantenha coerente em meio ao caos emocional e psíquico.