SINOPSE
Diários pessoais frequentemente são vistos como um espaço íntimo, dedicado à subjetividade e à sinceridade. No entanto, essa visão pode ser limitada, pois esses registros também funcionam como um meio de conexão com o outro, revelando a complexidade das relações humanas. Ao explorar essa perspectiva, é possível perceber que a prática diarística vai além do individualismo, permitindo que o eu se reconheça como parte de um todo maior.
Essa reflexão sobre a escrita diarística abre novas possibilidades de entendimento sobre identidade e alteridade, desafiando a noção tradicional de que o diário é apenas um refúgio pessoal. Assim, a prática se transforma em um espaço de convivência e compartilhamento, onde experiências e vivências se entrelaçam, enriquecendo a narrativa e a compreensão do ser humano.