SINOPSE
Desde o século XVIII, críticas à ideia de que agendas sociais devem ser guiadas por valores abstratos e não testados têm sido recorrentes. Contudo, muitas dessas análises não exploram a fundo o conceito de “progresso” defendido por determinados ideólogos. A obra em questão busca evidenciar a fragilidade dos postulados que afirmam que a melhoria das esferas da vida é garantida apenas pelo avanço do tempo e pela suposta superioridade das inovações.
É abordada a crença de que as ações do presente devem ser baseadas em suposições sobre um futuro que, por sua natureza, ainda não se concretizou. A discussão propõe uma reflexão crítica sobre as ilusões do progressismo e suas implicações na sociedade contemporânea.