SINOPSE
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O eufemismo “elemento servil” revela a complexidade da escravidão no Brasil Império, um tema que transcende o passado e se entrelaça com o futuro do país. A prática foi sustentada por um pacto das elites e legitimada pela legislação, mas também enfrentou resistência em diversas esferas.
Os Cursos Jurídicos de São Paulo e Olinda/Recife emergem como espaços cruciais para a discussão da “questão servil”, onde textos de Direito Natural e Economia Política, além de jornais acadêmicos, abordavam essa realidade com ambivalência. Este estudo lança luz sobre um capítulo importante da história das faculdades, especialmente após a implementação de políticas de cotas que promovem maior diversidade no ensino superior.
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