SINOPSE
A Constituição de 1824 estabeleceu os direitos e deveres dos cidadãos no Brasil, mas também permitiu a manutenção da escravidão. A análise proposta explora o significado desses direitos para a vasta população livre afrodescendente durante o período monárquico. Nesse contexto, a nova concepção de raça começava a emergir no Ocidente, influenciando as relações sociais e políticas da época.
Ao investigar essas dinâmicas, a obra revela as complexidades da cidadania e da liberdade, oferecendo uma visão aprofundada sobre as tensões entre direitos e desigualdades na sociedade brasileira do século XIX.
