SINOPSE
Uma análise rigorosa e crítica da morte de um servidor público em ambiente militar revela falhas significativas na investigação oficial. A conclusão apressada de suicídio é sustentada por laudos inconclusivos e omissões periciais, evidenciando um erro de premissa fática que compromete a credibilidade do inquérito. Documentos originais e exames balísticos são utilizados para expor as incompatibilidades entre a narrativa oficial e a realidade dos ferimentos.
Além disso, a discussão jurídica aponta que a prescrição não é válida quando o Estado impede a análise do mérito devido a falhas investigativas. A obra projeta a controvérsia para o âmbito dos direitos humanos, questionando a responsabilidade institucional em casos de erro judiciário.