SINOPSE
Discussões fundamentadas e críticas rigorosas permeiam as reflexões sobre a busca por uma base científica autônoma na comunicação acadêmica no Brasil. A análise revela que muitos projetos nessa área não alcançaram sucesso, levantando questões sobre a eficácia das abordagens adotadas.
A conclusão sugere que, para fortalecer o embasamento desse campo, a filosofia da técnica se mostra mais promissora do que as tradicionais teorias da ciência. Essa perspectiva abre novos caminhos para a compreensão e desenvolvimento da comunicação como disciplina acadêmica.
