SINOPSE
A cultura se constrói no espaço que habitamos, uma verdade frequentemente ignorada na formulação de políticas públicas. Durante o século XX, diversas administrações, sejam democráticas ou autoritárias, viam a cultura como um elemento de coesão nacional, promovendo uma única identidade que muitas vezes silenciava outras expressões culturais. No século XXI, busca-se superar as cicatrizes deixadas por regimes opressivos, enquanto se intensificam as lutas contra a perpetuação de ideologias excludentes.
A democracia cultural surge como uma alternativa promissora, valorizando a diversidade e as múltiplas identidades. Através das vozes de estudantes envolvidos em um projeto interdisciplinar, é possível vislumbrar um futuro mais inclusivo, onde as ancestralidades e territorialidades são respeitadas e celebradas, contribuindo para a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática.