SINOPSE
Entre as décadas de 1940 e 1960, o Brasil viu uma mobilização crescente dos trabalhadores rurais, impulsionada pelo Partido Comunista do Brasil. Ligas Camponesas, associações e sindicatos rurais surgiram, refletindo a luta e as aspirações do campesinato, temas que permeiam a literatura de um autor goiano que se destacou na região. Sua abordagem revela a complexidade do sertanejo e suas reações ao contexto social e político da época.
Ao entrelaçar história, política e ficção, a narrativa proporciona uma nova perspectiva sobre o campo brasileiro, explorando tanto as possibilidades quanto os limites de um mundo em transformação, que já não poderia permanecer inalterado.
