SINOPSE
Em 2002, o Brasil viveu um marco ao eleger um presidente de esquerda, um ex-líder sindicalista que havia sido rejeitado anteriormente. Esse fenômeno levanta questões sobre as transformações sociais e as percepções que moldaram essa escolha. A análise desse processo revela a complexidade da relação entre o eleitor e seu representante, onde fatores racionais e mitológicos se entrelaçam.
A figura do presidente transcende a burocracia, representando um arquétipo que reflete as aspirações da sociedade. A compreensão desse ritual democrático é essencial para entender a construção da percepção histórica e cultural que influencia a escolha do líder, revelando nuances que vão além do óbvio.
