SINOPSE
Relações cotidianas são exploradas através dos conflitos gerados pela aplicação das Posturas Municipais na cidade de Santos entre 1870 e 1890. A análise busca compreender o cotidiano sem a perspectiva da municipalidade, revelando o invisível no processo de aplicação dessas normas. Migrantes e imigrantes chegavam à cidade, enquanto questões de modernidade e progresso dominavam o discurso oficial.
A complexidade do “outro” é desvelada, destacando experiências e trajetórias que foram moldadas por conflitos. O foco está em valorizar as vozes e atuações desses sujeitos históricos, revelando suas diversas formas de viver e sobreviver na cidade.
