SINOPSE
Memórias e temporalidades se entrelaçam em uma reflexão profunda sobre a existência. O fechamento do espaço pode extinguir o tempo, mas a memória persiste, desafiando os limites do que é tangível. Essa resistência revela a conexão intrínseca entre a origem do universo e a vida cotidiana, onde ecos de gerações passadas reverberam nas presentes.
As relações familiares e a continuidade da vida são exploradas, mostrando como os vivos e os mortos coexistem em um ciclo eterno. A essência da memória se torna um fio condutor que une passado e presente, transcendendo a matéria.