SINOPSE
Um ritual se desenrola a cada página, refletindo não o mundo exterior, mas os segredos ocultos dentro de cada um. Corredores se fecham como gargantas, enquanto salas respiram com uma presença inquietante. Criaturas emergem do interior, moldadas por traumas e silêncios, revelando a verdadeira face do medo. A névoa, viva e consciente, invade a mente, alimentando-se das pausas entre as respirações.
A revelação é inevitável: o medo não é uma invenção, mas uma constante que sempre esteve presente. O desfecho marca não o fim, mas o início de uma jornada, pois a névoa já se apoderou de você.