SINOPSE
Palavras se tornam braços que abraçam o texto visceral, revelando a beleza e o espanto do cotidiano. Interiores poéticos capturam memórias repletas de experiências que perduram, como o gosto da infância e o amor que floresce em solo fértil. Alegorias vestem a imaginação, trazendo à tona as alegrias de tempos revisitados.
No íntimo das horas, a leitura se transforma em um acolhimento do vivido e das infinitas possibilidades do presente. Essa floração literária convida a uma reflexão profunda sobre a essência da vida e suas nuances.
