SINOPSE
O desprezo pelos “ofícios mecânicos” no Brasil colonial e imperial é explorado, revelando como a escravidão moldou essa percepção negativa. Após a abolição, a prática de ofícios tornou-se um estigma, relegando a aprendizagem a aqueles sem alternativas. A análise abrange instituições como liceus de artes e ofícios e arsenais militares, destacando as propostas de intelectuais da época sobre a educação profissional e suas implicações sociais.
Além de oferecer um panorama histórico, a narrativa se insere em uma trilogia que investiga a educação profissional no Brasil, desde o período escravocrata até a industrialização, proporcionando uma reflexão profunda sobre o legado dessa formação.




