SINOPSE
Dois ensaios de ciências sociais exploram a formação da sociologia brasileira e a crítica da antropologia urbana. O primeiro aborda os pioneiros da sociologia no Brasil, como Miguel Lemos e Teixeira Mendes, que introduziram o positivismo, e analisa as contribuições de figuras como Sílvio Romero e Euclides da Cunha sobre questões raciais. O segundo ensaio foca nas metodologias contemporâneas da antropologia, destacando as reflexões de Roberto DaMatta e Gilberto Velho sobre o “estranhamento” e as críticas de Ruth Cardoso e Alba Zaluar sobre a participação cognoscente.
Essas análises revelam a complexidade das interações sociais e a necessidade de um olhar crítico sobre as práticas antropológicas, enfatizando a importância da diferença de classe nas relações entre o pesquisador e as culturas estudadas. A obra convida à reflexão sobre as bases teóricas que moldam a compreensão da sociedade brasileira e suas dinâmicas.
