SINOPSE
A vida cotidiana, marcada pela pressa e pelo lucro, frequentemente ignora as pequenas belezas que nos cercam. Momentos simples, como o nascer do sol ou o voo de um pássaro, são frequentemente deixados de lado em favor de interesses materiais. Essa reflexão nos convida a reconsiderar o valor das coisas que não podem ser compradas ou vendidas.
Por meio de versos delicados, um poeta busca despertar a consciência sobre essas “coisas bobas”, que, embora desvalorizadas pela sociedade, oferecem uma riqueza de experiências e sentimentos. Apreciar o cotidiano pode ser um ato de resistência e um convite à contemplação.