SINOPSE
Vinte e cinco anos após sua primeira edição, a escrita deste livro reflete uma profunda transformação na percepção do ato de escrever. A experiência com o desenho a nankim, diluído em água, evoca a arquitetura surrealista, onde a arte reconstrói o mundo. A exploração de oxímoros e paradoxos se revela em um texto que busca uma nova musicalidade, transitando do denso ao diluído, mesmo que isso signifique perder o sentido essencial em busca do vocábulo.
O resultado é um texto sonoro, onde o ritmo é alcançado ao explodir o lexema, buscando a essência da música e, talvez, da alma. A leitura convida a uma reflexão sobre a lucidez e o obscuro, revelando camadas de significado que desafiam a compreensão imediata.