SINOPSE
Um relato memorial do Brasil durante a pandemia traz à tona uma mescla de memes, xamanismo, cultos e memórias, refletindo sobre as questões socioambientais entre 2019 e maio de 2021. A escrita busca resgatar saberes ancestrais e o orgulho da periferia, propondo uma abordagem antirracista que desafia as dualidades entre eu e o outro, sociedade e natureza, ciência e política.
Junto às lutas dos povos originários, a cultura africana emerge como uma proposta para a cura da terra. O texto sugere novas formas de relações ecossistêmicas e um retorno a modos ancestrais de estar e se relacionar com o mundo.