SINOPSE
A lógica da prisão preventiva se baseia na previsão de riscos, buscando evitar a reiteração delitiva através da análise do presente e do futuro. A complexidade de prever comportamentos criminosos levanta questões sobre a validade dessa abordagem, especialmente quando se considera a possibilidade de segregação de indivíduos sem a certeza de que cometerão novos crimes.
A pesquisa que fundamenta este trabalho explora modelos jurídicos de outros países, especialmente os Estados Unidos, onde ferramentas estatísticas são utilizadas para avaliar riscos. O objetivo é determinar se esses instrumentos podem ser incorporados ao direito brasileiro, potencialmente revolucionando a prática da prisão preventiva.
