SINOPSE
O processo colonizador gera seres considerados descartáveis, mas alguns se tornam sobreviventes, capazes de driblar a exclusão e afirmar a vida como uma política de conexões entre humanos e a natureza. Em tempos desafiadores, este ensaio propõe estratégias para enfrentar as batalhas constantes pela transformação do mundo, apresentando uma abordagem que une política e poesia, explorando novas formas de existir e de compartilhar conhecimento.
Um manifesto que defende uma “política de vida”, contrapondo-se à prevalente “política de morte” observada na sociedade contemporânea, instigando reflexões sobre o valor da vida e das relações humanas.
