SINOPSE
Confrontando o paradoxo da conexão humana na contemporaneidade, a obra explora a necessidade de relações profundas e os altos custos emocionais que podem acarretar, como o esgotamento. A empatia tradicional, que se baseia em sentir a dor alheia, pode levar à sobrecarga e à paralisia na ajuda.
Apresenta-se, assim, um novo modelo de empatia, que visa não apenas a compreensão do sofrimento, mas também a promoção de ações concretas e eficazes, preservando a integridade emocional de quem ajuda.