SINOPSE
Formigueiros, cérebros humanos, cidades e softwares modernos compartilham a característica de serem sistemas auto-organizados, onde a lógica é secundária e a ausência de controle centralizado permite a ação. Esses sistemas emergentes evoluem de elementos simples para comportamentos mais complexos, revelando a dinâmica de interações que moldam nosso mundo.
Uma análise dos pensadores que contribuíram para essa teoria abrange biologia, urbanismo e design de softwares. A obra explora a gênese do comportamento emergente, desde crianças que interagem com novas tecnologias até movimentos sociais que operam sem lideranças definidas.
