SINOPSE
Em um cenário onde o poder de compra pode ser drasticamente reduzido em uma década, a relação entre moeda e Estado é analisada de forma crítica. A crença no dinheiro, uma das ficções mais poderosas da humanidade, é explorada, revelando como essa mistura pode ser prejudicial para a economia. A história abrange desde o escambo até a era digital, destacando a confiança depositada em uma classe política que frequentemente compromete essa relação.
Através de uma análise profunda, são apresentados os riscos e as consequências desse casamento, evidenciando que a trajetória do valor das moedas estatais tende a ser descendente. A reflexão sobre o papel do Estado e suas implicações financeiras é essencial para entender o futuro econômico.