SINOPSE
Um simplório chamado Azimute vive preso, preso em um ciclo interminável de recursos judiciais que impedem a resolução de seu caso. Sem um telefone celular, sua situação se torna ainda mais complicada, já que a falta de escuta telefônica inviabiliza qualquer investigação. A trama revela as falhas do sistema judiciário, onde a burocracia e a falta de comunicação podem condenar um homem à solidão e à incerteza.
À medida que a narrativa avança, questões sobre justiça e a busca pela verdade emergem, desafiando o leitor a refletir sobre as realidades da vida na prisão e as armadilhas do sistema legal. A jornada de Azimute é um convite à reflexão sobre a fragilidade da justiça.
