SINOPSE
Questionamentos sobre a vivência do tempo permeiam reflexões sobre a vida além da produtividade e do lucro. A obsessão da sociedade pelo relógio e a ideia de que “tempo é dinheiro” são desafiadas, revelando como essa mentalidade afeta nosso bem-estar. O descanso, muitas vezes comercializado, se transforma em um produto a ser consumido, enquanto a verdadeira essência do tempo se perde.
Propostas inovadoras surgem, inspiradas em culturas pré-industriais e escalas de tempo geológicas, oferecendo alternativas mais humanas e responsivas. A narrativa convida à exploração de novas formas de viver, promovendo uma conexão mais profunda com o tempo e a existência.