SINOPSE
A tradução é explorada como uma prática que transcende a mera troca de palavras, envolvendo aspectos literários, filosóficos e políticos. A autora utiliza referências que vão desde o grego antigo até questões contemporâneas, como a realidade das mulheres em campos de refugiados, para questionar a ideia de um universal absoluto.
Esse processo é apresentado como um espaço de convivência entre diferentes línguas, onde a diversidade é acolhida. Assim, a tradução se revela uma estratégia democrática, essencial para o entendimento e a aceitação da alteridade nas interações humanas.