SINOPSE
Durante a campanha eleitoral para a presidência dos Estados Unidos, a narrativa predominante nos meios de comunicação indicava um empate entre os candidatos, enquanto cientistas de dados previam a reeleição de um deles como certa. Com a ajuda de mercados de previsões, a vitória do presidente em exercício era considerada garantida, desafiando a visão tradicional da análise política.
A noite eleitoral revelou a discrepância entre a análise jornalística e a científica, destacando a importância dos dados e algoritmos na extração de conhecimento. O contraste entre essas abordagens levanta questões sobre a credibilidade das previsões eleitorais e o futuro do jornalismo.