SINOPSE
Abordar a efetividade da audiência de custódia no combate à tortura de presos em flagrante é o foco central deste estudo. A pesquisa empírica realizada em Goiânia contextualiza o problema, traçando um percurso histórico e teórico sobre a prática da tortura no Brasil e no mundo, revelando métodos que perpetuam essa violência, mesmo em sociedades democráticas que deveriam combatê-la.
Apesar de avanços no pensamento humanista, a persistência da tortura é evidente, com marcas que vão além do físico, afetando a alma dos torturados. A audiência de custódia, prevista em pactos internacionais, surge como uma ferramenta crucial para enfrentar essa realidade e promover a justiça.
