SINOPSE
Refletir sobre o papel das prisões na sociedade é essencial para compreender se elas servem apenas como castigo ou se podem ser um espaço de reintegração. A visão tradicional ignora que, um dia, os internos retornarão à comunidade. A falta de ações educativas e culturais contribui para a ociosidade, mas é possível transformar essa realidade.
Experiências de diversos profissionais do Brasil, Argentina e Portugal revelam que mudanças são viáveis, especialmente para grupos vulneráveis, como as mulheres. A proposta é inspirar educadores e operadores do Direito a acender a esperança em um futuro melhor.
