SINOPSE
A intervenção humana no ambiente é uma constante desde que os seres humanos começaram a produzir, refletindo a essência do ser humano através do trabalho. Essa atividade não é apenas uma necessidade, mas um processo de autoprodução e sociabilização, revelando a intrínseca relação entre educação e trabalho. A educação, nesse contexto, não apenas reproduz a sociedade, mas também a critica e a resiste, especialmente em tempos de desafios políticos e sociais.
Textos de diversos autores, oriundos do Brasil e do México, exploram essa relação fundamental, divididos em duas partes. A primeira analisa a precarização do trabalho e a formação educacional, enquanto a segunda investiga o papel do Estado e das classes sociais no capitalismo contemporâneo, destacando a mercantilização da educação e suas implicações para a formação humana.