SINOPSE
Aspectos frequentemente aceitos como naturais nas estruturas educacionais são analisados criticamente, revelando a necessidade de uma abordagem mais livre e menos conservadora. A prática de decorar informações para exames é condenada, defendendo-se que a instrução deve ensinar a utilização de livros, ao invés de métodos mnemônicos que tornam o aprendizado superficial.
A proposta de liberdade na educação sugere até mesmo permitir que crianças se afastem da sala de aula para brincar. Reflexões sobre temas como religião, sexo e competição ampliam a discussão, questionando as influências que moldam a formação dos indivíduos.