SINOPSE
Elementos gnósticos do valor e a transição da antiguidade ao humanismo revelam a complexidade da Economia Política, que enfrenta a acumulação de riqueza e a concentração de renda. A influência da corrente marginalista moldou a visão de empresários e governantes sobre a “lei econômica”, promovendo a integração da microeconomia à macroeconomia tradicional, mas resultando em uma substituição da Economia Política pela Matemática Econômica.
Atualmente, a construção marginalista da teoria do equilíbrio limita-se a axiomas subjetivos, dificultando a desconstrução de suas premissas. A análise dos fatores de produção e a noção clássica do valor da oferta destacam a necessidade de repensar a relação entre commodities e os fatores que as determinam, enfatizando a importância do pensamento econômico como uma ciência que deve ser acessível e inclusiva.
