SINOPSE
Uma análise abrangente da gestão ambiental no Brasil revela influências históricas e teóricas que moldaram sua trajetória ao longo de 240 anos. O estudo investiga a relação entre produção agrícola e preservação florestal, destacando que, apesar de ser um grande produtor de alimentos, uma parte significativa do território permanece coberta por florestas. A pesquisa critica a abordagem atual, que se baseia em paradigmas ultrapassados e retóricas polarizadoras, propondo uma nova doutrina que busca uma gestão ambiental mais democrática e eficaz.
Novos conceitos, como sistemas adaptativos complexos e problemas ambientais perversos, são discutidos para promover uma compreensão mais profunda da gestão ambiental. A obra é estruturada em três partes, abordando desde a introdução ao liberalismo até a evolução da gestão ambiental brasileira. Com um olhar crítico sobre as influências internacionais e a necessidade de reformulação, a proposta visa superar a dicotomia entre interesses econômicos e sociais, promovendo uma abordagem mais integrada e sustentável.